A ANASEG voltou a defender publicamente o fortalecimento da estrutura do INSS e a recomposição da força de trabalho da Autarquia após a publicação de portaria que autoriza a adequação funcional de 80 servidores para atuação nas Avaliações Sociais do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
A medida prevê o remanejamento voluntário de Assistentes Sociais atualmente vinculados à Reabilitação Profissional para reforçar a análise de demandas relacionadas ao BPC em diversas regiões do país.
Para a ANASEG, o enfrentamento das filas e da crescente demanda por serviços previdenciários e assistenciais não pode ocorrer por meio do deslocamento de profissionais de áreas já sobrecarregadas.
A entidade defende que a solução passa pela ampliação do quadro de servidores, pela nomeação de novos Analistas do Seguro Social e pelo fortalecimento simultâneo de todas as áreas estratégicas do Instituto.
A preocupação da Associação está relacionada aos impactos que a medida pode gerar sobre a Reabilitação Profissional, serviço responsável pelo acompanhamento e preparação de segurados para o retorno ao mercado de trabalho após períodos de incapacidade.
Segundo a ANASEG, o fortalecimento do atendimento ao cidadão exige planejamento estrutural, valorização das equipes e investimentos permanentes na capacidade operacional do INSS.
A entidade reafirma que continuará atuando institucionalmente em defesa dos Analistas do Seguro Social, da recomposição dos quadros de servidores e do fortalecimento das políticas públicas previdenciárias e assistenciais.
“Não se combate uma fila criando outra fila invisível. A Reabilitação Profissional precisa ser fortalecida, não desmontada.”
A ANASEG seguirá acompanhando os desdobramentos da medida e cobrando soluções estruturais que garantam mais eficiência ao INSS sem comprometer serviços essenciais à população.
Confira aqui a matéria do G1
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